I'm happy

O que sou eu entao? Sou uma pessoa que tem um coração que por vezes percebe, sou uma pessoa que pretendeu pôr em palavras um mundo ininteligível e um mundo impalpável. Sobretudo uma pessoa cujo coração bate de alegria levíssima quando consegue em uma frase dizer alguma coisa sobre a vida humana e animal.

(Clarice Lispector)

October 24, 2011 7:09 pm
gabrielcezar:

Vem comigo, que eu te mostro o que é felicidade. (19-5)

gabrielcezar:

Vem comigo, que eu te mostro o que é felicidade. (19-5)

October 21, 2011 7:33 pm
gabrielcezar:

Se você acha que amar é algo ruim, é por que ainda não encontrou a pessoa certa pra te mostrar o lado bom. (iamjt)

gabrielcezar:

Se você acha que amar é algo ruim, é por que ainda não encontrou a pessoa certa pra te mostrar o lado bom. (iamjt)

7:32 pm
gabrielcezar:

É só ouvir o seu nome, que o meu coração dispara e eu começo a sorrir. (s2iludido)

gabrielcezar:

É só ouvir o seu nome, que o meu coração dispara e eu começo a sorrir. (s2iludido)

7:31 pm
gabrielcezar:

O sorriso mais lindo e sincero, é dado ao lado daqueles que amamos.

gabrielcezar:

O sorriso mais lindo e sincero, é dado ao lado daqueles que amamos.

7:29 pm
gabrielcezar:

Na boa? sou capaz de fazer qualquer coisa, se for pra você ficar bem. (Sem-julieta)

gabrielcezar:

Na boa? sou capaz de fazer qualquer coisa, se for pra você ficar bem. (Sem-julieta)

(Source: durador)

7:29 pm
gabrielcezar:

Só quero o começo ao teu lado, quero que o fim não exista pra nós.
  (garoto com esmalte)

gabrielcezar:


Só quero o começo ao teu lado
, quero que o fim não exista pra nós.

  (garoto com esmalte)

(Source: agonizei)

7:28 pm

gabrielcezar:

Eu quero ter você ao meu lado até o ultimo dia da minha vida.

7:26 pm 7:25 pm
desapegar-se:

Ela havia acabado de desligar o telefone. Estava estática, muda. A cada palavra que ele lhe dizia a insegurança em seus olhos ficava ainda mais visível. Pensou por três ou quatros minutos, e lembrou-se de um caderno - comprado sem motivo especial - que estava guardado a pouco menos de um mês. Decidiu usá-lo. Preparou uma xícara de chá - de canela, seu preferido - e alguns biscoitos que ao menos foram tocados. Pegou uma caneta-tinteiro e se perdeu em meio a tantos sentimentos desconhecidos:
“Eu estou bem. Venho repetindo isso pro meu subconsciente há dias. Não me espanta o fato de não adiantar nada. Parece que meu coração entrou em conflito com o resto do meu corpo, e a cada hora que passa, perguntas sem respostas surgem e me fazem perder completamente a noção de certos sentimentos. Eu não imaginei que tudo pudesse chegar a esse ponto. 
Agora, sentada na - nossa, ainda nossa - mesa perto da varanda, conclui que me enganar seria apenas mais uma tentativa imersa de me livrar dos problemas - os quais você resolveria fácil, apenas com a presença - que venho enfrentando comigo mesma. Todas as soluções parecem impossíveis. 
Não sei se seria egoísmo da minha parte querer de volta o seu sorriso, mas olhe para mim: sozinha, confusa, com os olhos opacos e um tamanho desconforto a cada palavra que tento pronunciar - ou mesmo escrever. A verdade é que eu ainda preciso de ti e nunca deixei de precisar. Sinto falta de quando éramos um. 
Desejo que as coisas se ajeitem e voltem a ser como antes - em breve. Estou cansada de fingir sorrisos e aturar o meu mau humor matinal sozinha. Vem logo, e trás também a metade de mim que se foi contigo… “ 
O desabafo que seria algo pessoal virou uma forma de carta. Concluiu seu epílogo com o último ponto da reticência. Deixou-se mais uma vez agir pela emoção e decidiu retornar àquela ligação mal resolvida. Discou e escutou chamar uma, duas, três vezes. Estava prestes a desistir, quando:
- Alô?- (Silêncio) - Sou capaz de te reconhecer até por sua respiração. - a voz dele soava confusa.- Me perdoa, mas não me contive - ela foi interrompida por um suspiro breve.- Eu disse que precisava pensar.- Eu sei, e liguei exatamente por isso. Pensar demais acaba por nos fazer desistir.- Eu não precisei pensar tanto para chegar a essa conclusão. - ele disse e desligou em seguida.
Ela abaixou a cabeça e por um momento pensou em chorar, mas nem isso conseguiu. Trêmula das pernas ao coração, respirou fundo e se certificou que havia perdido o que - ou quem - mais lhe trazia paz. Levantou-se para guardar o caderno quando ouviu passos rentes a porta. Em questão de segundos o estridente “trim” da campainha avisou a chegada de alguém. O barulho fez com que sua cabeça girasse. Ela pensou em não atender, mas lembrou-se que uma amiga talvez a visitaria as sete - o relógio marcava seis e vinte. Colocou o caderno de volta à mesa, respirou fundo e foi abrir a porta:
- Acho que nunca fiz esse trajeto tão rápido. - ele disse com o olhar direcionado para o chão.- E-eu não acredito. Deixou a entender que havia desisto de… - ela foi interrompida antes que concluísse.- Eu de fato desisti. Desisti de viver a minha vida para viver a nossa.- (Silêncio) - Que tal uma pizza?- Só tenho que pegar meu casaco. - ela sorriu.- (Risos) - Me responde uma coisa?- Senti falta das suas perguntas.- Para aonde vamos depois?- Ver um filme, ou talvez as estrelas… Contanto que estejamos juntos, para qualquer lugar.
Isabela Faé em “Um clichê de erros.”

desapegar-se:

Ela havia acabado de desligar o telefone. Estava estática, muda. A cada palavra que ele lhe dizia a insegurança em seus olhos ficava ainda mais visível. Pensou por três ou quatros minutos, e lembrou-se de um caderno - comprado sem motivo especial - que estava guardado a pouco menos de um mês. Decidiu usá-lo. Preparou uma xícara de chá - de canela, seu preferido - e alguns biscoitos que ao menos foram tocados. Pegou uma caneta-tinteiro e se perdeu em meio a tantos sentimentos desconhecidos:

“Eu estou bem. Venho repetindo isso pro meu subconsciente há dias. Não me espanta o fato de não adiantar nada. Parece que meu coração entrou em conflito com o resto do meu corpo, e a cada hora que passa, perguntas sem respostas surgem e me fazem perder completamente a noção de certos sentimentos. Eu não imaginei que tudo pudesse chegar a esse ponto. 

Agora, sentada na - nossa, ainda nossa - mesa perto da varanda, conclui que me enganar seria apenas mais uma tentativa imersa de me livrar dos problemas - os quais você resolveria fácil, apenas com a presença - que venho enfrentando comigo mesma. Todas as soluções parecem impossíveis. 

Não sei se seria egoísmo da minha parte querer de volta o seu sorriso, mas olhe para mim: sozinha, confusa, com os olhos opacos e um tamanho desconforto a cada palavra que tento pronunciar - ou mesmo escrever. A verdade é que eu ainda preciso de ti e nunca deixei de precisar. Sinto falta de quando éramos um. 

Desejo que as coisas se ajeitem e voltem a ser como antes - em breve. Estou cansada de fingir sorrisos e aturar o meu mau humor matinal sozinha. Vem logo, e trás também a metade de mim que se foi contigo… “ 

O desabafo que seria algo pessoal virou uma forma de carta. Concluiu seu epílogo com o último ponto da reticência. Deixou-se mais uma vez agir pela emoção e decidiu retornar àquela ligação mal resolvida. Discou e escutou chamar uma, duas, três vezes. Estava prestes a desistir, quando:

- Alô?
- (Silêncio) 
- Sou capaz de te reconhecer até por sua respiração. - a voz dele soava confusa.
- Me perdoa, mas não me contive - ela foi interrompida por um suspiro breve.
- Eu disse que precisava pensar.
- Eu sei, e liguei exatamente por isso. Pensar demais acaba por nos fazer desistir.
- Eu não precisei pensar tanto para chegar a essa conclusão. - ele disse e desligou em seguida.

Ela abaixou a cabeça e por um momento pensou em chorar, mas nem isso conseguiu. Trêmula das pernas ao coração, respirou fundo e se certificou que havia perdido o que - ou quem - mais lhe trazia paz. Levantou-se para guardar o caderno quando ouviu passos rentes a porta. Em questão de segundos o estridente “trim” da campainha avisou a chegada de alguém. O barulho fez com que sua cabeça girasse. Ela pensou em não atender, mas lembrou-se que uma amiga talvez a visitaria as sete - o relógio marcava seis e vinte. Colocou o caderno de volta à mesa, respirou fundo e foi abrir a porta:

- Acho que nunca fiz esse trajeto tão rápido. - ele disse com o olhar direcionado para o chão.
- E-eu não acredito. Deixou a entender que havia desisto de… - ela foi interrompida antes que concluísse.
- Eu de fato desisti. Desisti de viver a minha vida para viver a nossa.
- (Silêncio) 
- Que tal uma pizza?
- Só tenho que pegar meu casaco. - ela sorriu.
- (Risos) 
- Me responde uma coisa?
- Senti falta das suas perguntas.
- Para aonde vamos depois?
- Ver um filme, ou talvez as estrelas… Contanto que estejamos juntos, para qualquer lugar.

Isabela Faé em “Um clichê de erros.”

7:20 pm
gabrielcezar:

Provavelmente ninguém percebe, mas quando eu me afasto, é quando eu mais preciso de companhia.ㅤㅤㅤ

gabrielcezar:

Provavelmente ninguém percebe, mas quando eu me afasto, é quando eu mais preciso de companhia.
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(Source: p-alavrasquevoam)